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a primeira safra amarela

29 Nov 2015

No Cerrado da Pompeia, o que parece um volume exuberante de vegetação nativa, na verdade, é um recheio vegetal de invasoras, que cresceu assustadoramente com as constantes chuvas da primavera.

Invasoras são plantas que se reproduzem e se espalham rapidamente, e competem com as plantas nativas. Elas podem ser ruderais também, mas o que as define é a agressividade em ocupar áreas.

O capim braquiária, talvez da época que o bairro da pompéia tinha pasto, sempre  presente na praça,  cresceu camuflado entre as plantas do cerrado, e agora começa a aparecer e se impor.

Passamos então a maior parte do tempo tentando eliminar o maior número dessa planta. Mas uma planta do Cerrado se destaca, tentando um contra ataque,  a Macela do Campo,   que se estabeleceu muito bem no Cerrado Infinito.

Suas flores amarelas alegram a paisagem, e já conseguimos fazer uma primeira colheita para usar como chá, sem afetar o visual.

A paisagem existe, as plantas estão lá e continuamos adicionando novos exemplares, mas o  Cerrado Infinito, ainda é muito frágil, e se  o abandonássemos por uns 15 dias, ele iria começar a desaparecer frente ao desenvolvimento das invasoras.

Nos terrenos mais abandonados, que não tem muita interferência humana, o cerrado resiste razoavelmente estável com grande número de espécies juntas que atuam em conjunto para se proteger. Quanto mais compacto e biodiverso, mais chances do Cerrado se tornar auto-suficiente.

 

Foi plantado: Araçã, pixirica, capim barba de bode e  milho de grilo.

 

Participaram: Daniel Caballero, Marcos Xavier, Mariana Prata, Andrea Pesek e Carol Ramos

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