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Limitando o infinito

13 Sep 2015

 

A respeito da trilha crescer a cada mutirão, limites começam a surgir impondo restrições.

Um parte do gramado é reclamado para fazer picnic, uma causa justa, que de maneira alguma afeta o projeto, simplesmente mudamos a direção do caminho.

Pensar a geografia e os usos da Praça Homero Silva, é um exercício saudável. Muitas coisas foram feitas de forma errada ao longo do tempo, com o descaso e abandono que o local passou.

Um bom exemplo é a desastrada  compensação ambiental , onde as árvores  foram plantadas sem nenhum critério.

A primeira pergunta que vêm á mente é o que fizeram de errado? A segunda é por que fizeram o plantio dessa forma tão grosseira desconsiderando o espaço de uso da população?

Á despeito de querermos cada vez mais árvores, essas foram colocadas em um dos últimos espaços de gramado que sobraram na praça, destinados a tomar sol e outros usos.

Sem dúvida essas árvores, seriam bem úteis em outra área, se tivessem tido a delicadeza de consultar as pessoas que usam e cuidam da praça.

Agora a situação criada pelo Cerrado Infinito põe em evidência pequenas coisas percebidas por poucos.

O exercício de criar uma paisagem dos Campos de Piratininga, se estabelece dando valor a pedras abandonadas, a plantas invisíveis e também fazendo pensar o uso  dos territórios da cidade.

 

Foi plantado: Pequi paulista, língua de tucano, orelhas de onça e macela do campo.

 

Participaram do Mutirão, Marcos Xavier, Evandro Saroka, Júlia Vieira e Daniel Caballero

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