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desenhando o percurso

9 Jun 2015

Á tarde, no meio da semana fui na praça, sentei na grama abri meu caderno e fiquei desenhando e pensando.

A energia de sábado com as pessoas ajudando tinha sido incrível, foi um ato de doação muito bonito, ainda mais sendo eu um desconhecido.

A verdade e que a experiência me tocou de uma forma inédita, com um tipo de atitude desinteressada que não existe no meio da arte. Não que as pessoas não sejam amigas, ou colaborem umas com as outras, mas não nesse nível que parece até mesmo uma brincadeira.

Tinha sido divertido “perder” o sábado capinando na praça, em vez de fazer o habitual percurso atrás de exposições de arte.

Me senti em dívida, o que é uma idéia tonta, mas queria de alguma forma ajudar o coletivo.

Por outro lado nas conversas percebi que ninguém fazia a menor idéia do que era o cerrado, e mesmo com essas pessoas ajudando as plantas não sobreviveriam a longo prazo.

Também pensava como poderia de alguma forma continuar o processo artístico que estava na galeria.

Olhando a área que limpamos, e lembrando que meu interesse por essa vegetação se deu á partir de andar pela cidade, comecei a esboçar no meu caderno um caminho dividindo as plantas em duas moitas. Dessa forma as pessoas podem andar no meio delas e ter um contato mais próximo.

Talvez elas queiram conhecer e andar mais, então quanto mais plantarmos, maior o caminho. 

 

 

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