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MONSANTO GO HOME NO DESCOLONIZATION#2

por Newton Goto

Newton Goto escreve retirando grama e cavando no chão a frase “Monsanto go home”.

A  expressão é uma variação de “Green go home” que tem uma origem incerta, supostamente os nativos do México usavam o termo para se referir aos soldados americanos, com fardas verdes que invadiam o pais.

Hoje queremos mais ” Green” em nossas casas. Mas o incerto continua, será que podemos confiar no “Green” que se apresenta?

Isso leva a algumas perguntas, entre elas, comer vegetais é mais saudável ? De que forma são produzidos ? Tem o suficiente para todos ?

A Monsanto quer resolver todos os problemas e acabar com as dúvidas. Não pense, trabalhe e engula o máximo que puder. Seus produtos para ajudar a agricultura de alguma forma fazem parte de toda a cadeia de alimentação contemporânea, das alfaces verdes até a coca cola diet.

Serão saudáveis ?  Alguém se habilita para servir de cobaia ? Parece que já somos e é tarde demais.

Como o assunto não importa tanto a ponto de ser noticiado e continuarmos a conviver com essa incerteza, o  artista usa uma mídia improvável, um barranco de gramado, como um outdoor primitivo, um pixo vegetal. As letras, como canteiros recheados com terra e sementes do cerrado vão brotar e apagar a frase e ajudar a povoar a vegetação do Cerrado Infinito.

Menos monoculturas! O Cerrado Infinito está sempre aberto às novas técnicas de plantio e essa de escrever pode ser uma delas.

por Daniel Caballero

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