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DESCOLONIZATION#1

Picnic Internacional de Descolonização da Paisagem Mundial - 21.Dezembro. 2015

1/10

A previsão era de chuva, e tudo indicava que era mais sensato desistir, mas sem arrego e com esse clima incerto foi feito o primeiro Picnic Internacional de Descolonização da Paisagem Mundial.

Tudo começou exatamente como um picnic, com comidinhas preparadas por Lúcio Tamino e Gabriel Zei, o duo PANC é PUNK!.

Pra quem não sabe P.A.N.C. significa plantas alimentícias não convencionais, que não são produzidas comercialmente e não costumam estar disponíveis na feira.

Bons cozinheiros, experimentamos deliciosas esfihas feitas com plantas que tipicamente brotam nas calçadas.

Plantamos tambem dois ipés amarelos do cerrado paulista, bem raros, e alguns gravatás.

Depois uma conversa com a Monica, sobre suas memórias pessoais e outras  indagações subjetivas sobre a Macela do Campo.

Então veio a chuva, cada vez mais forte e uma lona e alguns bambus improvisaram uma barraca do tipo segura-se quem puder. Funcionou médio, mas indiferentes e relativamente húmidos o povo dançava e papeava, até a chuva acabar.

Ao anoitecer um som sinistro! Era o canto do Urutau, trabalho sonoro de Letícia Rita que com seu mau agouro indicava o fim do cerrado , do próprio picnic e das possibilidades de continuar o projeto na Praça da Nascente.

Mas entre uma instabilidade e outra, o povo parecia mais unido na intenção de continuar o projeto e essa história não deve acabar tão cedo!

Portanto enquanto deixarem continuaremos plantando!

Daniel Caballero

Cartaz desenvolvido por Daniel Caballero.

Não existe tempo ruim no Cerrado Infinito.

 

P.A.N.C. é PUNK!

Lúcio Tamino e Gabriel Zei

Por uma independência alimentar, por uma comida sem veneno, pela ampliação de sabores, P.A.N.C é PUNK!!!

COLHENDO MACELA, FAZENDO CHÁ!

Monica Rizzolli

Primeira safra de macelas do campo do Cerrado Infinito. Veja mais no link.

URUTAU

Letícia Rita

Um piado sinistro anuncia o fim do cerrado... Veja mais no link.