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03.06.2016

Dona Odette, portuguesa vinda da ilha da madeira, veio para o Brasil ainda muito pequena,  em 1938 para se tornar vizinha da praça.

Ou melhor vizinha do Morro do Careca, um lugar onde capins barba de bode reinavam pontilhados de araçãs, vassourinhas e macelas do campo.

De fato ela tem razão, o Cerrado Infinito tem espécies demais e já não tem a ver com a paisagem anterior. Mas encantada com as diversas espécies que podem ser usadas para fazer chá, aprovou e até achou mais bonito.

O papo continuava sobre a paisagem antiga, lembrando do córrego do Água Preta e sua ponte de madeira, do caminho de terra vermelha com as cercas das vacas ao lado e os araçãs, tão abundantes que serviam de lanchinho no percurso para ir na escola.

Já Sueli, enquanto passeava na trilha “infinita”, contava como antigamente se faziam canudinhos com gravetos de mamoeiro, para assoprar água com sabão e fazer bolhas. Assegura que nunca mais viu bolhas de sabão tão br...

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