PROCESSO

Com  tempo instável e fortes chuvas repentinas acontece mais um mutirão. Fui coletar algumas plantas e fui pego por uma chuva forte, que parece não acabar.

Penso em desistir, mas voltando de carro recebo uma ligação da  Júlia Vieira me perguntando do mutirão. Explico da chuva e ela me responde lançando o bordão, “mutirão faça chuva ou faça sol “. Não tive como recusar e o bordão virou o lema do Cerrado Infinito.

Ao chegar na praça, esperamos a chuva acalmar na padaria do lado. Depois com terra encharcada, cavamos sem esforço, e na verdade me acostumei muito rápido aquela lama avermelhada, que cobriu minha calça e botas. Ficar sujo de terra é uma sensação boa, esquecida de alguma peraltice da infância.

Logo depois chegou a Andrea Pesek, com sua enxada. Poucas pessoas, mas com a terra fácil, rendeu bem, retiramos uma área de grama significativa em frente à pedra.

Foi plantado: Elegantes 

Participantes:: Andrea Pesek, Júlia Vieira e Daniel Caballero

Combinamos uma rotina de mutirões, todos os sábados á partir das 10 hs. Retiramos mais grama, para definir melhor a entrada do caminho e desenterrar uma parte da pedra menor, que estava bem esquecida. Agora ela seria o marco inicial do percurso. Alguns pedriscos foram colocados nas margens para sinalizar. Novas pessoas começaram a participar.

Foi plantado: Capim Rabo de Burro, Capim Rabo de Burro Imperial, e uma espécie rasteira de Capim, ainda sem identificação.

Participantes: Andrea Pesek, Anita Vaz, Daniel Caballero, Andressa Vieira, Mariana Prata, Luiza Caballero e Marcos Xavier.

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Dia de chuva forte, ninguém veio.

Foi plantado : Vassourinha

Participantes : Daniel Caballero

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