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35 - TARUMÃ

Vitex polygama Cham. (VERBANACEAE)

35- Tarumã – Vitex polygama Cham. (VERBANACEAE)

Árvore de casca áspera, descamante, de 10 a 12 metros de altura. Brotos e ramos fortemente pilosos, com coloração ferrugínea. Folhas compostas, com cinco folíolos, pontiagudos, de 10 a 18 cm de comprimento e 5 a 9 cm de largura. Flores roxo-claro, tubulares com formato de funil. Fruto tipo drupa, quase negro quando maduro, de cerca de 1,5 cm de largura e coberto por pilosidade.

 

Distribuição: Cerrado típico, cerradão e floresta estacional semidecidual.

Situação em São Paulo: É raro, mas a prefeitura disponibiliza eventualmente exemplares para quem quiser plantar.

Como plantar: A semente brota entre um a três meses dependendo das condições, mas pode ser plantada diretamente no local definitivo combinada com outras sementes. Pedaços de raiz ou de galhos podem ser tratados com enraizador e com sorte, produzem uma nova árvore.

Usos: Frutos de sabor peculiar, muito apreciados pela fauna e para geleias, compotas, licores e sucos. As folhas são tidas como medicinais na medicina popular, como emenagogas e para o tratamento de problemas renais.

 

DURIGAN, G. Plantas do cerrado paulista: imagens de uma paisagem ameaçada. Páginas & Letras Editora e Gráfica, 2004.

HORTO BOTÂNICO, Museu nacional do Rio, 2015. Disponível em <http://www.ib.usp.br/labtrop/guiamatinha/pagina%20plantas/Vitex_polygama_pagina/vitex_polygama.html>